A alcova dormita,
como um tempo ignoto.
A vida levita,
como o poema
que grita.
Nas dores queimadas
de sol,
um mesmo poema
dorme nas mãos
de um solo fértil.
07/03/2013 Êxtase
(Gustavo Bastos)
Urubus e a literatura que os lê
Há 2 dias
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