As asas, em vão
tentadas,
de voo lúcido
pelo planalto,
vigora sempre
e nunca se cansa.
As asas, nunca cortadas,
voam tal gaivota
como plêiade numerosa
na honra dos poetas.
Os poetas, sem asas,
evanescem em versos
um voo escrito,
voo na delícia
dos poemas.
As asas, antes imaginadas,
se tornam reais,
e num voo eterno
se confundem
com a paisagem.
08/06/2012 Libertação
(Gustavo Bastos)
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