Flor intensa, na vibe mais intensa,
com a cor vibra e vive,
natural este poema
de flora e fino da bossa.
Quem a tudo reza a cartilha
da feliz senda, e assim a realiza.
25/09/2023 Gustavo Bastos
Este blog está destinado à divulgação de poesia, conteúdos literários, artigos e conhecimentos em geral.
Flor intensa, na vibe mais intensa,
com a cor vibra e vive,
natural este poema
de flora e fino da bossa.
Quem a tudo reza a cartilha
da feliz senda, e assim a realiza.
25/09/2023 Gustavo Bastos
Ela está com a vida ativa,
está feliz e saudável,
ela gosta da vida para
a vida gostar dela.
Ela vive ao ar livre,
gosta do vento e do sol.
Ela vai e volta e gosta de suar,
tem tempo para tudo,
e não dá mole na hora
marcada.
E quem dá a letra do respeito
é quem aqui escreve.
Sem chance novamente
para os que ficaram
na janela, a vida vai,
o tempo foi.
Ela sabe o que quer
e não dá passo em falso.
Eu assinei embaixo,
em letras certas,
neste poema e na
vida.
E nem adianta chorar,
que ela tá na área
e é espetacular.
25/09/2023 Gustavo Bastos
Nada trará de volta o que mudou
na estação, e o que os bons ventos
transformaram.
No pântano estavam as crianças tolas,
ainda cultivando a vã esperança mágica,
levando dias folgados e dispersos,
a espreitar pela janela
uma abertura, e se deparando
de cara com o fecho.
Não existe apreço pela simulação,
de uma malta que tentou
camuflar a própria desídia,
e a abominação que consumiu
este tempo perdido
de almas vazias.
25/09/2023 Gustavo Bastos
Diógenes labuta no vazio,
está sujo e não se apega,
odeia homenagem,
rejeita presentes.
Uma escola depois
tentou reproduzir
este tipo de vida.
Uma matilha de doidões
patéticos, que imitavam
cachorro, e diziam que eram
cachorro.
Adivinha que em um belo dia
iriam tirar pulgas e sarnas
destes patetas cachorros,
deturpando o cinismo,
e o cão voraz que era Diógenes.
Pois não havia mais barril
e nem desafios à pólis,
apenas idiotas
que agora gemiam
com os carrapatos
de bichos imaginários.
Os médicos diziam
que era fragmentação,
disforia etc.
Guess what?
Chegou a carrocinha
e esta começou a jogar uma mangueira
de chorume em cima destes loucos,
rápido ficaram com os dois pés,
e correram em carreira,
de volta para a casa dos pais.
Assim terminou a saga destes
revolucionários.
25/09/2023 Gustavo Bastos
Mary ceifou os abalos jovens
da meninice inocente,
na garganta das cataratas
uma bolsa e seu batom,
sua adaga e sua rotina.
Saía na noite com seu contravenção,
um desses colecionadores
de armas.
Bom, Mary shines estava
com as galáxias em êxtase,
dando tiros para o céu
com uma semiautomática,
perto estava um dândi, que bebia
Martini, e ria desbragadamente.
A noite era suja,
o balcão do bar estava
imundo, e depois do bilhar
uma cachorrada entrou
e mijou perto dos
caça-níqueis.
Ao final do filme,
passaram dois mascarados
de moto, o contravenção
tomou trinta tiros,
Mary pegou tudo
o que sobrou,
de manhã contava
dinheiro e vantagem,
deu um carro para Johnny,
um tal boyzinho
que agora era o mala
da zona, vendendo
diversão.
Mas, acabou,
os caranguejos
invadiram e levaram
tudo, tudo. O roubo
e os cofres explodidos.
Tudo destruído.
E a molecada ixperta
que ficou com
cara de cu.
25/09/2023 Gustavo Bastos
Vem cá, no trote das horas a decisão
é um corte seco em tua lamúria.
Brota da chuva a lida revelada do templo,
a reza estronda o que na brisa quebranta.
Diziam que o garoto não sobreviveria,
teria uma sina imposta, e seu peito
regurgitava diante da hipocrisia.
Sim, era uma condenação à morte,
uma maldição feita e urdida,
um desastre de sua genética
hostil e parva.
Veja agora, quando o cenário desabou,
o que restou daquelas fábulas,
canções esboroadas, mofadas,
de uma fábrica e indústria
embrutecida e infeliz.
Restaram apenas
portas empenadas,
caminhos inutilizados,
anelos abomináveis
que morreram
na circunstância.
Eis uma derrota retumbante
que o alvo mirou
com ódio,
o tal garoto idiota.
Voilá!
Qual o corvo,
que bicou seu inimigo
até a morte,
sem este lembrar
do acontecido.
25/09/2023 Gustavo Bastos
As absurdas canções do tempo,
ah, este vinco profundo na face,
que é o temporal do luto.
Verte um rio, um mar,
o coração que chorava.
Diante o porvir e seu enigma,
o medo e a esperança.
Se porventura a felicidade
tenha tempo de brilhar,
qual o sol na manhã
bela da alvorada,
a vindima será voraz.
Pois, na longitude da sensação,
o pensamento, dotado de razão,
traça com a latitude da emoção,
uma linha de tratados simétricos,
da sensatez à plenitude das escolhas,
pois o riso final é de quem viveu.
25/09/2023 Gustavo Bastos