Querer os giros as glórias as estradas
os fios da vida pluriplural, a vida vivida,
quente abisma, frias estadias.
Os fulvos, os fogos, os mergulhos
nos golfos, dos folguedos, da febre terçã,
folgazã, o festivo festival, de fastio o festim.
O fastígio da flâmula, dos filhos das pátrias,
dos pútridos hipócritas, das preces dos próceres,
em que os arquidiabos se refestelam.
E os spin doctors são basbaques,
dos escrutínios das abúlicas afasias,
estafetas, doença vítrea, dos vícios,
das astúcias, em que, entrementes,
estão os beócios.
Aos asseclas, a néscia cantilena
dos sabujos e a birra do rei,
encastelado e babando,
com as vísceras da fartura,
um nababo, besta-fera,
matando os ócios no matadouro.
Dos aziagos, num canto ardido,
azucrinando a zica dos azinhavres,
com seu estábulo que foi para
o vinagre, enquanto os anódinos
apedeutas zurram como uma patota.
01/07/2026 Monster
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