Numa tarde pousou a andorinha
no galho ressequido.
O que tu queres? Perguntei.
Ela prontamente disse ser
uma ave que brincava de ser sonhadora,
e me disse que eu era apenas
o meu reflexo na sua asa voadora.
Logo a deixei em paz e fui caminhar
com aquela cena na cabeça.
Perguntei a uma fada:
Onde vais com tanta mágica?
Ela me disse que eu era apenas
uma criança boba que ela apreciava.
Perguntei a um gnomo:
Por que te escondes na floresta?
Ele me disse que a vida era doce
e que valia a pena brincar de esconde-esconde
numa paisagem de liberdade.
Eu aqui agora brinco,
um, dois, três ...
lá vai o moleque correr na estrada,
vai sem breque,
como se tudo fosse uma grande
diversão.
22/01/2009 Gustavo Bastos
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário