Pantagruel, o idiota, empanturra-se e bebe vinho,
com sua verve mimada, explode em risos.
Carcaça, botinada, e seus afrescos rasgados.
Lote 3, 4 etc. O bairro todo cagado. O pus
que entra nos dentes, a boca aberta.
Um poço sem fundo, um canto infindo,
a ladainha rouca dos emblemas mofados.
No último capítulo, um adendo, um parêntese,
pobre de quem é escravo deste balofo,
que arrota na cara e peida na sala,
que coça o saco e dá um muxoxo.
09-06-2026 Monster
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