Alucina a tormenta, o torpedo que tonteia a febre.
Vários executados, corpos mergulhados no mar,
o apito do sino, o farol que brilha na noite.
Eis que de poesia morre o velho, o vate vive.
Pois, dando de si ao torrente da alma,
tonitruante o estro mapeia a alma,
localiza a magia, faz o milagre.
O poeta, com os ases e o comando,
dá os nós do vento, à sorrelfa,
na queda do navio astuto,
na praia dos lírios cantantes,
diante da lufada do sol.
18/01/2026 Monster
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