No esteio do sol, entre os veios das goivas
e os pincéis das cores saturadas e os ritos
das nereidas e naiades, o canto de rio e mar
se expande em uníssono como o tear sonoro.
Vertido em verve, os versos estelares das horas,
o estandarte de pé, firme como a rocha,
ao risco da intempérie, dos haustos profundos
da queda, em que o tear, com vinco no sentir,
decai ao espasmo do suicídio,
e o estrondo do salto anguloso
de cabeça do penedo ao choque
de um corpo contra os brutos karmas,
espatifa-se de encontro ao pedregulho
do abismo, diante dos recifes e ouriços,
cortada a cabeça e esfacelada a carne.
16/03/2026 Monster
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