domingo, 29 de junho de 2014

PEQUENO NON SENSE

Ainda vou matá-lo,
poema de musgo,
faca cega.

Ainda vou viver-te hei de matá-lo.

Concerto das imagens,
pintura cerebral.

Hei de matar-te vivê-lo!

Se o senhorio das regras
às favas com o elogio
se outro é julgamento
o labor cego nos adora

                  sei de tudo
                              mas nada
                      mata
                             como é viver.

23/06/2014 Êxtase
(Gustavo Bastos)

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