segunda-feira, 28 de maio de 2012

CANTILENA IGNOTA

Entre os lapônios,
versos lacônicos.
Da acrimônia ao jactar-se
dos ideais,
faço de um lema
o mantra
do apedeuta.

Com vincos, fortes tempestades,
faço as minhas vontades.

E a desídia, firme sopro,
mar do desgosto,
finca em terra ignota
as cantilenas
da moda.

Vou falar do nada,
e lançar no mundo nu,
um pássaro vertical
que voa no horizonte.

27/05/2012 A Lírica do Caos
(Gustavo Bastos)

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