Vejo a vida escaldante
e temerária da poesia.
A sombra muitas vezes
vem na decadência
de uma penumbra.
A luz dos olhos
não viceja
quando há sombra
em volta.
Desdenho a vitória,
desdenho toda glória.
No meu teatro
não se ensaia
uma comédia
sem texto.
Quantas passagens
desta obra
eu ridicularizei,
via extasiado
um dia
as estações
da primavera,
mas nada estava lá.
26/02/2012 A Lírica do Caos
(Gustavo Bastos)
Reacher: “Gente ruim tem que pagar pelo que faz”
Há uma semana
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